Hidrelétrica Teles Pires: Energia Eficiente

Categoria: Notícias


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Estudantes e professores da Unemat realizam visita técnica à Usina Teles Pires

09/11/2018. Publicado em Imprensa, Notícias, Novidades.

Um grupo formado por professores e alunos da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) visitou a Usina Hidrelétrica Teles Pires, no dia 31 de outubro, com objetivo de conhecer o processo de licenciamento e os programas ambientais desenvolvidos pelo empreendimento localizado na divisa dos municípios de Paranaíta (MT) e Jacareacanga (PA).

Dezesseis professores e estudantes de Engenharia Florestal e pós-graduandos em Biodiversidade e Agrossistemas Amazônicos tiveram a oportunidade de participar de uma série de atividades com profissionais da UHE Teles Pires. Além de conhecer as instalações do empreendimento, o grupo assistiu a uma palestra em que foram abordados diversos temas sobre a operação do empreendimento, as medidas de segurança, programas ambientais, instalação de grades anticardumes para proteção da ictiofauna (peixes) e geração e distribuição de energia.

Durante a visita, a equipe da UHE Teles Pires também apresentou as atividades dos programas de Recomposição Florestal e de Implantação de Áreas de Preservação Permanente desenvolvidos pela Companhia Hidrelétrica Teles Pires (CHTP), consórcio responsável pela operação da usina. Os programas contemplam, até 2023, ações para regeneração natural e recomposição florestal de aproximadamente quatro mil hectares no entorno do reservatório e demais áreas do empreendimento. A estimativa é de realizar o plantio de cerca de três milhões de mudas de espécies nativas.

Outra iniciativa apresentada durante a visita foi o programa de gerenciamento de resíduos, que inclui iniciativas para tratamento dos afluentes, coleta seletiva e destinação adequada dos resíduos gerados na usina.

Doutora em Engenharia Florestal e professora da Unemat, Juliana Garlet, comentou sobre a importância em buscar atividades práticas relacionadas aos temas abordados em sala de aula. “Viemos com o objetivo de conhecer as medidas de mitigação e os programas de monitoramento ambientais realizados por um empreendimento de grande porte que passou pelo processo de licenciamento e avaliação de impactos ambientais na Amazônia”, disse.

A CHTP viabiliza o desenvolvimento de projetos ambientais que buscam a preservação da fauna, flora, água e solo na região com o objetivo de amenizar possíveis modificações que ocorreram em seu meio.

Sobre a UHE Teles Pires

A Usina Hidrelétrica Teles Pires, construída no Rio Teles Pires, afluente do rio Tapajós, na fronteira dos estados do Pará e Mato Grosso, nos municípios de Jacareacanga (PA) e Paranaíta (MT) tem potência instalada de 1.820 megawatts, energia suficiente para abastecer uma população de cinco milhões de habitantes.

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ACOMPANHE OS VALORES DA COMPENSAÇÃO FINANCEIRA AOS MUNICÍPIOS

20/10/2018. Publicado em Imprensa, Notícias, Novidades.

ACOMPANHE POR AQUI OS VALORES DA COMPENSAÇÃO FINANCEIRA PELO USO DOS RECURSOS HÍDRICOS PAGOS PELA HIDRELÉTRICA TELES PIRES AOS MUNICÍPIOS DE JACAREACANGA NO PARÁ E PARANAÍTA EM MATO GROSSO.

* ÓRGÃOS DO GOVERNO FEDERAL: FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO – FNDTC; MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA – MME; E MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – MMA.
FONTE: SITE ANEEL – HTTP://WWW2.ANEEL.GOV.BR/APLICACOES/CMPF/GERENCIAL

 

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UHE Teles Pires orienta população sobre uso e ocupação de áreas na região do lago

20/09/2018. Publicado em Imprensa, Notícias, Novidades.

A equipe de Fiscalização Ambiental e Sociopatrimonial da Usina Hidrelétrica Teles Pires, localizada entre os municípios de Paranaíta (MT) e Jacareacanga (PA), constatou nos últimos meses uma série de ocupações irregulares praticadas por terceiros que resultaram na degradação ambiental de Áreas de Preservação Permanente (APP’s), entre outros crimes ambientais na região de abrangência do reservatório nos rios Teles Pires e Paranaíta. Por se tratar de área particular e de Preservação Permanente é proibido qualquer tipo de ocupação não autorizada na localidade.

Durante os monitoramentos via terrestre, fluvial e aéreo realizados pelos fiscais da hidrelétrica para coibir ações de degradação e promover a mitigação de possíveis impactos, foram identificados acampamentos, construções de barracos, casas, pesqueiros, cevas e estruturas flutuantes, além de armadilhas e apetrechos que caracterizam pesca predatória, prática de queimadas e diversos resíduos entre copos descartáveis, sacolas, latas e até embalagens de agrotóxicos dentro e fora da água.  No caso de estruturas flutuantes, mesmo que sigam as normas ambientais e estejam regulamentadas junto a Marinha do Brasil conforme determina a legislação (Normam’s 11 e 17 – DPC -Marinha do Brasil), não podem permanecer dentro da área restrita do reservatório, que é delimitada por boias e placas de orientação, e nem ancoradas em APP.

A Lei de Crimes Ambientais nº 9.605/98 estabelece penalidades para os infratores que variam desde multa, recuperação do dano ambiental, detenção por até três anos, sanção civil entre outras punições. De acordo com a gravidade do crime, as penas podem ser maiores e cumulativas.

Conforme a legislação vigente é considerado crime ambiental todo e qualquer dano ou prejuízo causado a plantas (flora), animais (fauna), e outros recursos naturais (água, solo, minerais etc.), além do patrimônio cultural. Isso inclui pesca predatória, extração ilegal de ouro e areia, caça de animais silvestres, criação de gado, cultivo agrícola ou paisagístico em APP, abertura de estradas e passagens não autorizadas pelos órgãos competentes, construções em ilhas e margens de rios, entre outros.

Ao identificar os crimes contra o meio ambiente, os fiscais da UHE Teles Pires aplicam a notificação extrajudicial ao infrator estabelecendo um prazo para desocupar a área e reparar os danos ambientais. Caso o alerta não seja cumprido, são acionadas a Polícia Judiciária Civil e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para as medidas necessárias de acordo com a legislação.

O lago da hidrelétrica tem cerca de 70 quilômetros de comprimento ao longo do rio Teles Pires com sua área de remanso e término logo abaixo da foz do rio Santa Helena. Além disso, possui um braço longo na margem esquerda, formado na várzea do rio Paranaíta, e quatro braços curtos, sendo um na margem direita e os outros três na margem esquerda, totalizando 150 km² de extensão, sendo 16% no município de Jacareacanga (PA) e 84% em Paranaíta (MT). A UHE Teles Pires mantém nesse local 194 km² de APP. São faixas de mata ciliar protegidas por lei (Código Florestal Lei nº 12.651/12) que variam de 30 a 600 metros a partir da cota máxima de água.

 –Plano ambiental com participação popular

A Companhia Hidrelétrica Teles Pires está elaborando o Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno do Reservatório Artificial (Pacuera), que vai definir de forma participativa com a população, entidades e autoridades políticas a ocupação das áreas ao redor do lago, considerando o desenvolvimento sustentável das atividades turísticas, de lazer e econômicas, e também da proteção e recuperação das áreas de interesse ambiental.

Para mais informações, esclarecimento de dúvidas e denúncias, a população pode entrar em contato com a Ouvidoria da UHE Teles Pires pelo e-mail  ouvidoria@uhetelespires.com.br  ou pelo telefone 0800-647 2177.

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UHE Teles Pires alerta sobre instalação de flutuantes nos rios Teles Pires e Paranaíta

29/08/2018. Publicado em Imprensa, Notícias, Novidades.

Preocupada com o número elevado de estruturas flutuantes em situação irregular na área do reservatório nos rios Teles Pires e Paranaíta, a UHE Teles Pires lançou no mês de agosto uma campanha de conscientização ambiental para que os proprietários regularizem a situação junto aos órgãos responsáveis e respeitem a área de acesso restrito do reservatório para evitar acidentes e degradações ao meio ambiente.

Encaixam-se nessa categoria, os proprietários de tablados, casas, comércios, pousadas, pesqueiros, píer, rampas, atracadouros, passarelas, construções lançadas da terra sobre o corpo d’água e qualquer outra estrutura construída sobre base flutuante ou pilares na região do reservatório entre os municípios de Paranaíta (MT) e Jacareacanga (PA).

Para instalar e manter dispositivos flutuantes em águas de domínio público em todo o território nacional é necessário atender as legislações municipal, estadual e federal (Normam’s 11 e 17– Marinha do Brasil, Portaria 404/2012 SPU/MP, Lei Nº 9537/97, entre outras). Para iniciar o processo de regulamentação, o proprietário deve entrar em contato com a Marinha do Brasil. Os municípios de Alta Floresta e Paranaíta estão sob a jurisdição da Delegacia Fluvial de Cuiabá. O contato para informações pode ser realizado via telefone (65) 3623-6724 ou pelo site http://www.com6dn.mar.mil.br.
A UHE Teles Pires realiza vistorias periódicas na região do reservatório para monitorar a situação, orientar e alertar os infratores por meio de notificações extraoficiais para regularizarem as embarcações e/ou repararem o dano ambiental causado na área do reservatório. Durante as vistorias na região, é possível encontrar estruturas náuticas sem a documentação necessária e degradações que incluem acessos na mata em Áreas de Preservação Permanente (APP) para interligar a flutuante às margens, abandono de estruturas que não serão mais utilizadas, descarte de dejetos sanitários e resíduos (lixo) em locais não adequados. Além disso, os flutuantes devem cumprir as mesmas especificações exigidas para as embarcações, como luzes, boias e demais equipamentos obrigatórios para manter a segurança dos usuários do rio.

A fiscalização oficial é realizada pela Marinha do Brasil, Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema). O proprietário que não providenciar a regularização pode receber sanções dos órgãos responsáveis que vão desde multa a retirada da estrutura da água e apreensão.

A UHE Teles Pires ressalta que mesmo que os dispositivos flutuantes sigam as normas ambientais e estejam regulamentados junto a Marinha do Brasil conforme determina a legislação, não podem permanecer dentro da área restrita do reservatório, que é delimitada por boias e placas de orientação e nem ancoradas em APP. Ao longo do rio é preciso respeitar a localização autorizada pela Marinha do Brasil para não dificultar a navegação ou causar acidentes.

Para mais informações, esclarecimento de dúvidas e denuncias, a população pode entrar em contato com a Ouvidoria da UHE Teles Pires pelo e-mail  ouvidoria@uhetelespires.com.br  ou pelo telefone 0800-647 2177. O contato com a Delegacia Fluvial da Marinha do Brasil de Cuiabá pode ser realizado pelo telefone (65) 3623-6724.

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Alunos participam de gincana ecológica em projeto de produção de mudas da CHTP

05/07/2018. Publicado em Imprensa, Notícias, Novidades.

No mês de junho a Companhia Hidrelétrica Teles Pires (CHTP) e a empresa terceirizada Elo Ambiental promoveram a visita de 100 alunos e professores da rede pública de ensino ao Viveiro Eco Vida, localizado em Paranaíta, para conhecerem a unidade e participarem de atividades práticas e lúdicas relacionadas ao meio ambiente.

Durante a programação, os alunos conheceram o trabalho realizado pela equipe do viveiro que abrange a coleta de sementes de árvores nativas da região, produção de mudas e plantio. Por meio de atividades lúdicas e práticas reforçaram o aprendizado sobre a importância das florestas, destinação de lixo, queimadas, preservação da fauna, flora entre outros temas. Além de conhecerem o personagem Tião, que interpreta um produtor rural bem humorado que no passado degradou a natureza e, hoje, é um cidadão consciente que recuperou as nascentes e áreas degradadas de seu sítio e ajuda a proteger os animais.

O viveiro recebeu no dia 12 de junho cerca de 25 alunos do 7º ano da  Escola Estadual São Pedro, no dia 20 participaram das atividades 55 alunos e professores do 5º ano e do 7º ano da Escola Municipal Juscelino Kubitschek de Oliveira e no dia 21 de junho foram atendidos aproximadamente 20 alunos do Centro de Convivência Social (CRAS) de Paranaíta.

A unidade produz mudas de aproximadamente 275 espécies a partir da coleta de sementes nas florestas da área de abrangência da UHE Teles Pires com objetivo de preservar a flora local por meio de ações de reflorestamento no empreendimento e seu entorno. A produção também é destinada à campanhas de educação ambiental, projetos e parcerias para proteger as nascentes e recuperar Áreas de Preservação Permanente. O viveiro tem sido uma importante ferramenta no desenvolvimento de atividades de educação ambiental junto a comunidade escolar.

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CHTP realiza campanha nas escolas sobre consumo consciente de água e energia elétrica

13/06/2018. Publicado em Imprensa, Notícias, Novidades.

A água potável que serve para o consumo humano é um recurso natural limitado e muitas regiões já sofrem com a falta desse líquido precioso em consequência do desperdício e das ações de degradação ao meio ambiente. Visando contribuir para sua preservação, a Companhia Hidrelétrica Teles Pires promoveu, entre os meses de março a maio, a campanha “Consumo consciente de água e energia elétrica”, nas escolas municipais Juscelino Kubitschek de Oliveira, em Paranaíta, e Professor Benjamin Padoa, em Alta Floresta.

A ação envolveu cerca de 1600 alunos do pré ao 9º ano. A Campanha iniciou com palestras para duas turmas do 9º ano na Escola Municipal Juscelino Kubitschek de Oliveira e para três turmas do 5º ano da Escola Municipal Professor Benjamin Padoa, envolvendo cerca de 150 alunos.

Os alunos foram desafiados a aplicar por cerca de 30 dias, na escola e, em seus lares, envolvendo toda a família, as dicas de economia e de combate ao desperdício de água e de energia abordadas pelas palestras da CHTP. Em uma segunda etapa da campanha, foram afixadas nas escolas placas e adesivos sobre o uso consciente de água e energia nos banheiros, bebedouros, refeitórios, salas de aula, informática e secretarias, abrangendo toda a comunidade escolar.

De acordo com a coordenadora pedagógica da Escola Professor Benjamin Padoa, Cássia da Silva Dall’Igna, o trabalho de educação ambiental precisa ser constante para que o discurso torne-se uma prática. “Além dos trabalhos em sala que executamos, precisamos trabalhar os hábitos diariamente e isso acontece quando instituímos regras para o uso do bebedouro, torneiras e banheiros. É muito positivo ver um aluno desligando a luz ao sair da sala, verificando se o ventilador ou ar condicionado estão desligados. É um trabalho de formiguinha, feito aos poucos e cotidianamente”, pontou. A escola já carrega a bandeira de educação ambiental em suas atividades, a exemplo do Projeto Agrofloresta, que também terá parceria da CHTP e do programa de reaproveitamento de água para regar o jardim e limpar as calçadas.

A campanha encerrou com distribuição de garrafinhas (squeeze) para água e um bate papo com os alunos sobre as dificuldades em mudar os hábitos, como tomar banhos mais rápidos, consertar vazamentos, desligar as lâmpadas e aparelhos eletrônicos quando não estiverem em uso e também sobre as boas práticas já aplicadas por eles. A aluna Rafaela Soares de Oliveira, da Escola Juscelino Kubitschek, participou do desafio. “Eu tento evitar o desperdício em casa, cuidar do meio ambiente. O mundo depende da gente, ele não vai mudar sozinho. E fazer a diferença, começa por nós”, destacou a estudante.

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Semana do Meio Ambiente:CHTP apoia 2ª fase do Programa Adote uma Nascente em Alta Floresta

12/06/2018. Publicado em Imprensa, Notícias, Novidades.

Com objetivo de incentivar a recuperação e preservação dos recursos hídricos da área urbana de Alta Floresta, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento (Sedaf) lançou no dia 05 de junho o Programa Adote uma Nascente. A iniciativa já conta com o apoio da Companhia Hidrelétrica Teles Pires (CHTP), Instituto Centro Vida (ICV), Fundação Ecológica Cristalino (FEC), Novo Encanto Ecologia, Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Câmara Municipal de Vereadores, Colégio Alta Floresta e Escola Estadual Vitória Furlani da Riva.

A primeira etapa do programa iniciou em  2009 e agora retorna em sua 2ª fase com o objetivo de incentivar a participação voluntária da comunidade no processo de gestão ambiental. Qualquer pessoa, física ou jurídica, poderá adotar ou ser padrinho de uma nascente em área pública ou privada. Quem tiver uma nascente ou curso d’água em sua propriedade ou lote, poderá adotar ou disponibilizar a área para ser adotada por outra pessoa ou entidade. “A preocupação com os mananciais que abastecem Alta Floresta deve ser  de todos e, por isso, a CHTP se faz presente nessa parceria em prol da preservação de nossas nascentes”, destaca o gerente de Meio Ambiente da Hidrelétrica Teles Pires, Ivan Bichara Neto.

O adotante se tornará responsável pela nascente e após autorização prévia da Secretaria poderá realizar plantio de mudas nativas, sinalizar, promover limpeza, delimitar a Área de Proteção Permanente entre outras ações. Já os padrinhos poderão contribuir com mudas para o reflorestamento, mourões, placas entre outros materiais necessários. A Direção de Meio Ambiente da Sedaf ficará responsável pelo apoio técnico, elaboração de plano de recuperação das áreas degradadas, vistorias e preposição de ações de conservação e/ou recuperação das nascentes e cursos hídricos. A adesão ao programa não cria nenhum vínculo formal sobre a área da nascente, bem como suas adjacências.

De acordo com coordenador de Projetos Ambientais na Direção de Meio Ambiente da SEDAF, José Alesando Rodrigues, os próximos passos incluem a formulação de lei municipal instituindo o “Programa Adote uma Nascente”, com base no decreto 2.174-B, DE 2007, o lançamento do concurso para escolha da logomarca e lançamento de uma cartilha orientativa. As ações de recuperação das nascentes serão realizadas de outubro a dezembro em função do período de chuvas. Até lá, a comissão organizadora do Programa promoverá a definição das áreas que entrarão no processo, assim como o chamamento da sociedade altaflorestense,  para que participem como adotantes ou padrinhos.

O lançamento do Adote uma Nascente aconteceu no auditório da Escola Técnica da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia (Secitec), no Dia Mundial do Meio Ambiente. Na oportunidade também foi realizada apresentação musical temática com o professor Miguel Júlio Lorin e a palestra “Rios Urbanos existem ou não? Mitos e realidades do uso dos recursos hídricos em Alta Floresta”, com a profª drª Solange Arrolho.

Mais informações sobre o processo de adoção e apadrinhamento podem ser obtidas na Secretaria Municipal de Desenvolvimento, na Direção de Meio Ambiente pelo telefone: (66) 3521-2030.

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Semana do Meio Ambiente

05/06/2018. Publicado em Imprensa, Notícias, Novidades.

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Com apoio da UHE Teles Pires, safra recorde de castanha gera renda para povos indígenas

12/05/2018. Publicado em Imprensa, Notícias, Novidades.

O Projeto Piloto da Castanha, que faz parte do Programa de Identificação e Manejo de Novas Fontes de Produtos de Florestais não Madeireiros, realizado pela Companhia Hidrelétrica Teles Pires (CHTP), do Grupo Neoenergia, obteve seu melhor resultado em 2018: a safra coletada pelas comunidades envolvidas, das etnias Kayabi, Munduruku e Apiaká, ultrapassou as 62 toneladas, um recorde em relação às 28 toneladas colhidas em 2017. O lucro total da produção também aumentou expressivamente: de R$ 140 mil para R$ 253 mil. O projeto tem como principal objetivo dar suporte às comunidades indígenas para que preservem seu modo de vida e obtenham autonomia financeira, por meio de um modelo sustentável e compatível com a preservação da floresta.

Há três anos, as comunidades indígenas, que vivem na divisa dos estados do Mato Grosso e Pará, passaram a contar com o apoio dos modernos conhecimentos de manejo florestal sustentável para transformar a prática cultural em geração de renda. Para tanto, a empresa Mapsmut, contratada pela Hidrelétrica Teles Pires, realizou um inventário florestal na região e identificou, juntamente com os indígenas, as áreas de maior potencial para a produção extrativa dos frutos da castanha-do-brasil (também conhecida como castanha-do-pará) e do óleo de copaíba, remédio indígena que, há muito tempo, integra o vasto estoque nacional de plantas medicinais. Desta forma, a identificação e o acesso às áreas de extração é facilitada, potencializando a produção. Atualmente, concluindo o ciclo, a Hidrelétrica Teles Pires está construindo três galpões para secagem e armazenamento das castanhas nas aldeias polo das três etnias, cada um deles com 168 metros quadrados e dotado de bancadas para secagem e área de armazenamento.

Por outro lado, os povos indígenas foram apoiados para inserir seu produto em um universo de mercado justo, aumentando o protagonismo de suas associações: “Como equipe técnica, trabalhamos intensamente para mostrar que a produção de castanha pode ser uma fonte de renda muito importante. Na atualidade, essa é, talvez, a melhor alternativa, pois através dela é possível integrar a manutenção de hábitos tradicionais, a geração expressiva de renda e a efetiva gestão territorial. Tudo isso de forma legal, em sincronia com diversas políticas públicas, como a Política Nacional de Gestão Ambiental e Territorial em Terras Indígenas”, explica Ayslaner Gallo, diretor de Pesquisa da empresa Mapsmut.

A CHTP também ofereceu todo o apoio logístico necessário para o escoamento do produto nas safras 2016/2017 e 2017/2018, fornecendo desde os sacos para acondicionamento dos ouriços ao combustível para transporte nos barcos a motor que pertencem aos indígenas. Todo o processo de construção do projeto piloto foi participativo e, na medida em que este se consolida, torna-se também mais autônomo, com protagonismo das associações representativas das comunidades indígenas contempladas: estas decidem livremente sobre o escoamento da produção, bem como sobre a destinação e distribuição de lucros.

Desta forma, a tecnologia social que permeia o projeto também se transforma em um conhecimento a mais que pode ser compartilhado com outros grupos, em outras terras indígenas. Para Osmar José Schickmann, presidente da Arapama (Associação Regional de Apicultores da Amazonia Apiacaense), que este ano adquiriu a produção do povo Apiaká, a parceria com a CHTP foi essencial para a consolidação do processo e para o sucesso obtido: “Eu vejo com muito bons olhos essa iniciativa da usina, a parceira nesse processo, pois facilita o escoamento do produto diretamente da aldeia até o porto. Se não fosse o subsídio do empreendimento, possivelmente algum intermediário faria isso, mas com certeza os custos recairiam sobre a produção, desvalorizando o produto e desestimulando a coleta”.

A opinião é compartilhada pelo presidente da Associação Sawara, Raimundo Paigo Munduruku: “Para o povo indígena é de fundamental importância esse apoio da Teles Pires. Faz anos que a CHTP nos apoia, e isso gerou um avanço grande na comunidade, fortaleceu as lideranças e a organização social de base, que tem essa missão de gerar alternativas e melhores condições para cada família Apiaká”. Além do Programa de Identificação e Manejo de Novas Fontes de Produtos de Florestais Não Madeireiros, outros 17 programas socioambientais integram o Projeto Básico Ambiental Indígena (PBAI) da Hidrelétrica Teles Pires, que é desenvolvido junto aos povos Apiaká, Kayabi e Munduruku, do Baixo Teles Pires.

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Compensação Financeira aos municípios (Royalties)

27/04/2018. Publicado em Destaque, Imprensa, Notícias, Novidades.

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