Hidrelétrica Teles Pires: Energia Eficiente

Categoria: Notícias


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CHTP realiza campanha nas escolas sobre consumo consciente de água e energia elétrica

13/06/2018. Publicado em Imprensa, Notícias, Novidades.

A água potável que serve para o consumo humano é um recurso natural limitado e muitas regiões já sofrem com a falta desse líquido precioso em consequência do desperdício e das ações de degradação ao meio ambiente. Visando contribuir para sua preservação, a Companhia Hidrelétrica Teles Pires promoveu, entre os meses de março a maio, a campanha “Consumo consciente de água e energia elétrica”, nas escolas municipais Juscelino Kubitschek de Oliveira, em Paranaíta, e Professor Benjamin Padoa, em Alta Floresta.

A ação envolveu cerca de 1600 alunos do pré ao 9º ano. A Campanha iniciou com palestras para duas turmas do 9º ano na Escola Municipal Juscelino Kubitschek de Oliveira e para três turmas do 5º ano da Escola Municipal Professor Benjamin Padoa, envolvendo cerca de 150 alunos.

Os alunos foram desafiados a aplicar por cerca de 30 dias, na escola e, em seus lares, envolvendo toda a família, as dicas de economia e de combate ao desperdício de água e de energia abordadas pelas palestras da CHTP. Em uma segunda etapa da campanha, foram afixadas nas escolas placas e adesivos sobre o uso consciente de água e energia nos banheiros, bebedouros, refeitórios, salas de aula, informática e secretarias, abrangendo toda a comunidade escolar.

De acordo com a coordenadora pedagógica da Escola Professor Benjamin Padoa, Cássia da Silva Dall’Igna, o trabalho de educação ambiental precisa ser constante para que o discurso torne-se uma prática. “Além dos trabalhos em sala que executamos, precisamos trabalhar os hábitos diariamente e isso acontece quando instituímos regras para o uso do bebedouro, torneiras e banheiros. É muito positivo ver um aluno desligando a luz ao sair da sala, verificando se o ventilador ou ar condicionado estão desligados. É um trabalho de formiguinha, feito aos poucos e cotidianamente”, pontou. A escola já carrega a bandeira de educação ambiental em suas atividades, a exemplo do Projeto Agrofloresta, que também terá parceria da CHTP e do programa de reaproveitamento de água para regar o jardim e limpar as calçadas.

A campanha encerrou com distribuição de garrafinhas (squeeze) para água e um bate papo com os alunos sobre as dificuldades em mudar os hábitos, como tomar banhos mais rápidos, consertar vazamentos, desligar as lâmpadas e aparelhos eletrônicos quando não estiverem em uso e também sobre as boas práticas já aplicadas por eles. A aluna Rafaela Soares de Oliveira, da Escola Juscelino Kubitschek, participou do desafio. “Eu tento evitar o desperdício em casa, cuidar do meio ambiente. O mundo depende da gente, ele não vai mudar sozinho. E fazer a diferença, começa por nós”, destacou a estudante.

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Semana do Meio Ambiente:CHTP apoia 2ª fase do Programa Adote uma Nascente em Alta Floresta

12/06/2018. Publicado em Imprensa, Notícias, Novidades.

Com objetivo de incentivar a recuperação e preservação dos recursos hídricos da área urbana de Alta Floresta, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento (Sedaf) lançou no dia 05 de junho o Programa Adote uma Nascente. A iniciativa já conta com o apoio da Companhia Hidrelétrica Teles Pires (CHTP), Instituto Centro Vida (ICV), Fundação Ecológica Cristalino (FEC), Novo Encanto Ecologia, Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Câmara Municipal de Vereadores, Colégio Alta Floresta e Escola Estadual Vitória Furlani da Riva.

A primeira etapa do programa iniciou em  2009 e agora retorna em sua 2ª fase com o objetivo de incentivar a participação voluntária da comunidade no processo de gestão ambiental. Qualquer pessoa, física ou jurídica, poderá adotar ou ser padrinho de uma nascente em área pública ou privada. Quem tiver uma nascente ou curso d’água em sua propriedade ou lote, poderá adotar ou disponibilizar a área para ser adotada por outra pessoa ou entidade. “A preocupação com os mananciais que abastecem Alta Floresta deve ser  de todos e, por isso, a CHTP se faz presente nessa parceria em prol da preservação de nossas nascentes”, destaca o gerente de Meio Ambiente da Hidrelétrica Teles Pires, Ivan Bichara Neto.

O adotante se tornará responsável pela nascente e após autorização prévia da Secretaria poderá realizar plantio de mudas nativas, sinalizar, promover limpeza, delimitar a Área de Proteção Permanente entre outras ações. Já os padrinhos poderão contribuir com mudas para o reflorestamento, mourões, placas entre outros materiais necessários. A Direção de Meio Ambiente da Sedaf ficará responsável pelo apoio técnico, elaboração de plano de recuperação das áreas degradadas, vistorias e preposição de ações de conservação e/ou recuperação das nascentes e cursos hídricos. A adesão ao programa não cria nenhum vínculo formal sobre a área da nascente, bem como suas adjacências.

De acordo com coordenador de Projetos Ambientais na Direção de Meio Ambiente da SEDAF, José Alesando Rodrigues, os próximos passos incluem a formulação de lei municipal instituindo o “Programa Adote uma Nascente”, com base no decreto 2.174-B, DE 2007, o lançamento do concurso para escolha da logomarca e lançamento de uma cartilha orientativa. As ações de recuperação das nascentes serão realizadas de outubro a dezembro em função do período de chuvas. Até lá, a comissão organizadora do Programa promoverá a definição das áreas que entrarão no processo, assim como o chamamento da sociedade altaflorestense,  para que participem como adotantes ou padrinhos.

O lançamento do Adote uma Nascente aconteceu no auditório da Escola Técnica da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia (Secitec), no Dia Mundial do Meio Ambiente. Na oportunidade também foi realizada apresentação musical temática com o professor Miguel Júlio Lorin e a palestra “Rios Urbanos existem ou não? Mitos e realidades do uso dos recursos hídricos em Alta Floresta”, com a profª drª Solange Arrolho.

Mais informações sobre o processo de adoção e apadrinhamento podem ser obtidas na Secretaria Municipal de Desenvolvimento, na Direção de Meio Ambiente pelo telefone: (66) 3521-2030.

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Semana do Meio Ambiente

05/06/2018. Publicado em Imprensa, Notícias, Novidades.

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Com apoio da UHE Teles Pires, safra recorde de castanha gera renda para povos indígenas

12/05/2018. Publicado em Imprensa, Notícias, Novidades.

O Projeto Piloto da Castanha, que faz parte do Programa de Identificação e Manejo de Novas Fontes de Produtos de Florestais não Madeireiros, realizado pela Companhia Hidrelétrica Teles Pires (CHTP), do Grupo Neoenergia, obteve seu melhor resultado em 2018: a safra coletada pelas comunidades envolvidas, das etnias Kayabi, Munduruku e Apiaká, ultrapassou as 62 toneladas, um recorde em relação às 28 toneladas colhidas em 2017. O lucro total da produção também aumentou expressivamente: de R$ 140 mil para R$ 253 mil. O projeto tem como principal objetivo dar suporte às comunidades indígenas para que preservem seu modo de vida e obtenham autonomia financeira, por meio de um modelo sustentável e compatível com a preservação da floresta.

Há três anos, as comunidades indígenas, que vivem na divisa dos estados do Mato Grosso e Pará, passaram a contar com o apoio dos modernos conhecimentos de manejo florestal sustentável para transformar a prática cultural em geração de renda. Para tanto, a empresa Mapsmut, contratada pela Hidrelétrica Teles Pires, realizou um inventário florestal na região e identificou, juntamente com os indígenas, as áreas de maior potencial para a produção extrativa dos frutos da castanha-do-brasil (também conhecida como castanha-do-pará) e do óleo de copaíba, remédio indígena que, há muito tempo, integra o vasto estoque nacional de plantas medicinais. Desta forma, a identificação e o acesso às áreas de extração é facilitada, potencializando a produção. Atualmente, concluindo o ciclo, a Hidrelétrica Teles Pires está construindo três galpões para secagem e armazenamento das castanhas nas aldeias polo das três etnias, cada um deles com 168 metros quadrados e dotado de bancadas para secagem e área de armazenamento.

Por outro lado, os povos indígenas foram apoiados para inserir seu produto em um universo de mercado justo, aumentando o protagonismo de suas associações: “Como equipe técnica, trabalhamos intensamente para mostrar que a produção de castanha pode ser uma fonte de renda muito importante. Na atualidade, essa é, talvez, a melhor alternativa, pois através dela é possível integrar a manutenção de hábitos tradicionais, a geração expressiva de renda e a efetiva gestão territorial. Tudo isso de forma legal, em sincronia com diversas políticas públicas, como a Política Nacional de Gestão Ambiental e Territorial em Terras Indígenas”, explica Ayslaner Gallo, diretor de Pesquisa da empresa Mapsmut.

A CHTP também ofereceu todo o apoio logístico necessário para o escoamento do produto nas safras 2016/2017 e 2017/2018, fornecendo desde os sacos para acondicionamento dos ouriços ao combustível para transporte nos barcos a motor que pertencem aos indígenas. Todo o processo de construção do projeto piloto foi participativo e, na medida em que este se consolida, torna-se também mais autônomo, com protagonismo das associações representativas das comunidades indígenas contempladas: estas decidem livremente sobre o escoamento da produção, bem como sobre a destinação e distribuição de lucros.

Desta forma, a tecnologia social que permeia o projeto também se transforma em um conhecimento a mais que pode ser compartilhado com outros grupos, em outras terras indígenas. Para Osmar José Schickmann, presidente da Arapama (Associação Regional de Apicultores da Amazonia Apiacaense), que este ano adquiriu a produção do povo Apiaká, a parceria com a CHTP foi essencial para a consolidação do processo e para o sucesso obtido: “Eu vejo com muito bons olhos essa iniciativa da usina, a parceira nesse processo, pois facilita o escoamento do produto diretamente da aldeia até o porto. Se não fosse o subsídio do empreendimento, possivelmente algum intermediário faria isso, mas com certeza os custos recairiam sobre a produção, desvalorizando o produto e desestimulando a coleta”.

A opinião é compartilhada pelo presidente da Associação Sawara, Raimundo Paigo Munduruku: “Para o povo indígena é de fundamental importância esse apoio da Teles Pires. Faz anos que a CHTP nos apoia, e isso gerou um avanço grande na comunidade, fortaleceu as lideranças e a organização social de base, que tem essa missão de gerar alternativas e melhores condições para cada família Apiaká”. Além do Programa de Identificação e Manejo de Novas Fontes de Produtos de Florestais Não Madeireiros, outros 17 programas socioambientais integram o Projeto Básico Ambiental Indígena (PBAI) da Hidrelétrica Teles Pires, que é desenvolvido junto aos povos Apiaká, Kayabi e Munduruku, do Baixo Teles Pires.

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Compensação Financeira aos municípios (Royalties)

27/04/2018. Publicado em Destaque, Imprensa, Notícias, Novidades.

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BNDES visita projeto da Usina Teles Pires em assentamento no MT

27/04/2018. Publicado em Imprensa, Notícias, Novidades.

O Projeto de Revitalização do Assentamento São Pedro (Prasp), desenvolvido pela Hidrelétrica Teles Pires e parceiros, no município de Paranaíta (MT), realizou na última quarta-feira (25/04), a 6ª reunião de seu Conselho Gestor, que dessa vez contou com a participação do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), principal financiador do projeto.

Na pauta da reunião, foi apresentado o andamento de cada um dos cinco programas que compõe o Prasp: Programa de Gestão, de Organização Espacial, Produtivo, Garantia de Direitos Sociais e Garantia de Direitos Ambientais. Os membros do Conselho e da Cooperativa Mista de Produtores Rurais do Assentamento (Coomasp) também divulgaram ao BNDES o saldo positivo que o Projeto já está promovendo na conta da Cooperativa com a receita gerada pelo emprego de tratores e implementos agrícolas no atendimento aos produtores do assentamento.

Essa atividade, vinculada ao programa produtivo funciona assim: qualquer produtor rural do assentamento faz a solicitação e o agendamento do trator e dos implementos que ele vai precisar em sua propriedade. A Coomasp é que administra essa locação e agendamento que é contabilizada em hora trabalhada. O valor da hora sai a R$ 135,00 para todos os assentados. Em menos de um semestre o Projeto já gerou para a Cooperativa um saldo de R$ 25 mil reais que segundo os cooperados está sendo destinado para a manutenção das oito patrulhas agrícolas do Prasp.

Os membros do Conselho Gestor e da Cooperativa deixaram a gerente de projetos sociais do BNDES, Juliana Cypriano entusiasmada com o trabalho e participação das famílias do Assentamento. “Estou feliz de ver como o projeto avançou nestes dois primeiros anos de trabalho. Com a formação da cooperativa, operacionalização das patrulhas, a forma como a cooperativa está se organizando para ser uma cooperativa forte, somado às ações da parte ambiental, eu vejo que o projeto vai caminhar para melhorar cada vez mais”.

Para a coordenadora de Socioeconomia da CHTP, Marcileny Miranda, o projeto está sendo cumprido conforme definições apresentadas aos membros do conselho gestor, cooperativa, moradores do assentamento e parceiros do Prasp: BNDES, Prefeitura de Paranaíta, Incra e ICV. “Nosso cronograma de investimentos e ações já alcançou 50% das metas previstas e até 2020 queremos chegar ao final do trabalho com 100% das metas alcançadas e com o Projeto caminhando com sustentabilidade e independência”.

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UHE Teles Pires publica estudo sobre a diversidade de peixes em rio da Amazônia

05/03/2018. Publicado em Imagens, Imprensa, Notícias, Novidades.

Visando contribuir com o conhecimento a respeito da biodiversidade da região amazônica, a Usina Hidrelétrica Teles Pires, localizada entre os municípios de Paranaíta (MT) e Jacareacanga (PA), lançou o livro “Peixes do Rio Teles Pires – Diversidade e Guia de Identificação”, escrito pelos especialistas em ictiofauna Willian Ohara, Flávio Lima, Gilberto Salvador e Marcelo  Andrade, com participação de diversos colaboradores. A edição apresenta fotos e informações sobre 342 espécies de peixes que habitam o rio Teles Pires na região e seus principais afluentes que englobam os rios Paranaíta, Apiacás, São Benedito, Santa Helena Taxidermista, Cristalino e Peixoto de Azevedo.

Os exemplares foram catalogados durante a execução do Programa de Monitoramento e Estudos da Ictiofauna desenvolvido pelo empreendedor desde 2012 no baixo Teles Pires para identificar possíveis alterações na comunidade de peixes das áreas de influência da usina, além de medidas de manejo e conservação dessas espécies da fauna aquática, mantendo o equilibro entre a implantação de um grande empreendimento, com as comunidades envolvidas e o meio ambiente.

De acordo com o coordenador de Meio Ambiente da UHE Teles Pires, João Cabeza, junto com a implantação da usina, vieram diversos estudos e monitoramentos sobre a fauna, flora, solo, água entre outros setores, em áreas ainda pouco estudadas. “O rio Teles Pires possui uma diversidade enorme de espécies e nosso objetivo é contribuir com o processo de conhecimento e preservação da região. Os livros estão sendo destinados à estudiosos, pesquisadores, escolas, faculdades, órgãos públicos, entidades e demais partes interessadas para que a população possa ter acesso a essas informações e para que sirva de apoio a outros projetos”, enfatizou o profissional.

A UHE Teles Pires continua com o monitoramento da ictiofauna na região e em breve também deve lançar outros dois livros sobre a fauna e a flora.

Sobre a Hidrelétrica

O empreendimento é o décimo maior gerador de energia elétrica no Brasil com capacidade instalada  de 1.820 megawatts, que pode atender quase três milhões de famílias, cerca de 2% da energia consumida no Brasil. Para saber mais acesse: www.uhetelespires.com.br

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Hidrelétrica Teles Pires apoia 7º Mutirão de Limpeza do rio Teles Pires

12/12/2017. Publicado em Imprensa, Notícias, Novidades.

Com o objetivo de recolher lixos e resíduos deixados pelos frequentadores de ilhas e praias do rio Teles Pires, cerca de 100 voluntários participaram da 7º edição do Mutirão de Limpeza do rio. A ação, apoiada pela Companhia Hidrelétrica Teles Pires (CHTP), por meio do Programa de Educação Ambiental, iniciou em novembro e finalizou com o Dia “D” no último domingo (10), no Porto de Areia, localizado a 30 km de Alta Floresta.

A coordenadora do Programa de Educação Ambiental da UHE Teles Pires, Marcileny Miranda destacou a importância do Mutirão. “Vimos aqui, de lixo comum e pequenos resíduos até sucatas de geladeira e máquina de lavar, isso nos locais onde as pessoas pescam e acampam com suas famílias. Essa ação trabalha para promover a conscientização ambiental, recolhendo o lixo e mostrando que o material deve ser descartado de forma correta para não prejudicar a natureza e destruir os locais que as pessoas frequentam. Trabalhamos essa temática junto aos pescadores e frequentadores do Teles Pires nas proximidades da balsa do Cajueiro e entorno do reservatório da Usina. Pretendemos também participar do próximo mutirão, buscar mais voluntários, estudantes, entidades, organizações e implementar novas ações em parceria com a organização”, ressaltou a coordenadora.

Segundo João Lopes de Araújo, popular Bisteca, idealizador do evento e morador ribeirinho do Porto de Areia há 30 anos, a iniciativa nasceu com poucos participantes percorrendo ilhas e margens da localidade. “Hoje já temos um grande número de voluntários e apoiadores e conseguimos aumentar a distância percorrida. Em alguns locais visitados anteriormente, já percebemos que a quantidade de lixo deixada pelos frequentadores diminuiu”, relatou Bisteca.

Ao longo de 20 dias, um grupo formado por pescadores, ribeirinhos, autônomos, empresários, autoridades políticas, órgãos fiscalizadores entre outros voluntários percorreram o rio vistoriando ilhas, barrancos e Áreas de Preservação Ambiental em busca do lixo descartado no meio ambiente. Para Oslen Dias (Tuti), um dos organizadores do evento, o mutirão foi 100% positivo. “Muitas pessoas vêm até o rio pescar, acampar, tomar banho e não levam de volta o lixo que produzem. Precisamos fazer nossa parte para manter a vida do rio Teles Pires. Além de recolher o lixo, estamos trabalhando a conscientização. No próximo ano pretendemos instalar placas e estabelecer parcerias para notificar as pessoas para que mantenham o local limpo”, disse Tuti.

Ao todo, o Mutirão recolheu, em um percurso de aproximadamente 200 km, entre os trechos da Ilha da Saudade em Carlinda e a balsa do Cajueiro em Paranaíta, sete caçambas de caminhão repletas de lixo e resíduos. O material coletado foi transportado por uma balsa e por barcos até o Porto de Areia de onde seguiu para o Aterro do município de Alta Floresta em caminhões de coleta da Prefeitura.

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Povos indígenas da bacia do Juruena (MT) visitam a UHE Teles Pires

14/11/2017. Publicado em Imprensa, Notícias, Novidades.

A Companhia Hidrelétrica Teles Pires (CHTP) recebeu nos dias 07 e 08 de novembro cerca de 80 lideranças indígenas dos povos Rikbaktsa, Apiaká, Kayabi e Munduruku da bacia do rio Juruena, localizada no noroeste do Mato Grosso para uma visita às instalações da Hidrelétrica Teles Pires. A atividade ocorreu em apoio à Empresa de Pesquisa Energética (EPE) responsável pelo estudo de viabilidade da Usina Hidrelétrica (UHE) Castanheira.

Esse novo empreendimento projetado no rio Arinos, afluente do Juruena, entre os municípios de Juara e Novo Horizonte do Norte, terá potência prevista de 140 MW de energia, o suficiente para abastecer uma cidade com mais de 500 mil habitantes. A visita também contou com a participação da Fundação Nacional do Índio (Funai) uma vez que as pesquisas por lá estão em fase de elaboração do componente indígena.

De acordo com a consultora técnica da EPE, Glauce Maria Lieggio Botelho, o processo de licenciamento da usina Castanheira ainda está na fase das pesquisas. “Quando apresentamos o projeto, os povos indígenas solicitaram conhecer uma usina em construção e outra em operação, porque mesmo mostrando desenhos do projeto, eles queriam ver ao vivo, além de fazer um intercâmbio com os parentes que passaram por um processo de implantação de usina para conversar sobre os aspectos positivos e negativos. E quando for apresentada a matriz de impacto e os programas do PBAI (Projeto Básico Ambiental Indígena) eles vão ter muito mais propriedade e conhecimento”, disse a consultora.

Com o acompanhamento dos técnicos da UHE Teles Pires, os grupos indígenas do Juruena tiveram a oportunidade de conhecer as principais estruturas da usina como tomada d´água, vertedouro, barragem e casa de força. Também assistiram a apresentação das ações dos programas executados pela Teles Pires junto às comunidades indígenas da área de influência do empreendimento, debatendo e esclarecendo dúvidas. Antes da visita ao empreendimento o grupo esteve na aldeia polo Kururuzinho do povo Kayabi para conversar sobre o processo de implantação da Hidrelétrica e efetividade dos programas da CHTP.

Segundo o professor indígena Paulo Henrique Skiripi Rikbaktsa, da aldeia Barranco Vermelho, a visita e o intercâmbio são necessários para que os índios conheçam o processo de implantação e operação de uma usina hidrelétrica e as mudanças ambientais e sociais que podem ocorrer. “Essa visita é muito importante porque todos nós sabemos que existe um medo em relação aos grandes empreendimentos das usinas hidrelétricas e outros empreendimentos que afetam as comunidades indígenas. Então a visita é para a gente conhecer quais são os impactos ambientais e sociais. Vai servir de exemplo para a nossa auto-organização interna. Vamos conversar com a nossa comunidade para que a gente possa achar uma alternativa. Não somos contra o progresso, mas precisa ser um trabalho em conjunto com as comunidades”, ressaltou a liderança do povo Rikbaktsa.

A CHTP é formada pelas empresas Neoenergia, Eletrobrás Furnas e Eletrosul, e é a responsável pela implantação e operação da UHE Teles Pires, o 10º maior empreendimento do setor no Brasil, localizado na fronteira dos municípios de Jacareacanga (PA) e Paranaíta (MT). A usina entrou em operação comercial no segundo semestre de 2015 com potência instalada de 1.820 megawatts, energia suficiente para abastecer uma população de cinco milhões de habitantes. Em sua área de atuação desenvolve 45 programas socioambientais integralmente alinhados aos princípios da sustentabilidade que buscam a preservação ambiental da fauna, flora, água e solo local, além do respeito à diversidade cultural por meio da valorização da cultura indígena e a promoção de atividades econômicas e sociais na região.

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Arrastão ecológico recolhe lixo no rio Teles Pires em Paranaíta

11/10/2017. Publicado em Imprensa, Notícias, Novidades.

A Associação dos Pescadores Esportivos de Paranaíta (Apep) promoveu no domingo (08) a 5ª edição do Arrastão de Limpeza do Rio Teles Pires. A ação contou com a parceria da Usina Hidrelétrica Teles Pires e da Prefeitura Municipal de Paranaíta.

Os participantes desse arrastão navegaram em barcos motorizados, um trecho de aproximadamente 20 quilômetros ao longo do rio Teles Pires, na região da Balsa do Cajueiro/Fest Praia, em Paranaíta, à procura de lixo descartado de forma incorreta dentro do rio, em canais, ilhas e barrancos.

O vice-presidente da Apep, Otílio Ribeiro, popular Maré Alta, destacou que a iniciativa nasceu da necessidade de conscientizar a população sobre a importância de preservar os recursos naturais e proteger o rio Teles Pires. “É importante multiplicar esse tipo de campanha, porque a conscientização de não sujar a natureza vem de berço. Uma criança que participa hoje desse evento, vai crescer com a consciência de não jogar latinha, papel, garrafa ou qualquer outro tipo de lixo no rio e em locais inadequados”, destacou Otílio.

Voluntário e membro da Apep, Felix Marin participa desde a primeira edição do evento – “se todo mundo fizesse a sua parte, o rio não estaria com tantos resíduos que poluem o meio ambiente. Quando vou pescar, recolho todo o lixo, até o que não é meu, e levo junto para descartar na coleta de lixo da cidade”, disse.

Em menos de três horas, a equipe do Arrastão da Limpeza recolheu tanto lixo que daria para encher a caçamba de um caminhão. E a surpresa foi encontrar os mais variados tipos de resíduos poluindo o Teles Pires. De freezers à pias de lavar louça, sacolas plásticas, latões, vasilhames de ceva, redes, cadeiras, latinhas, garrafas pet e de vidro, canos e mangueiras utilizadas em garimpo entre outros resíduos foram encontrados durante a ação. A maior parte do lixo foi recolhida nas ilhas, onde as pessoas vão acampar ou utilizam como ponto de apoio de pesca e deixam os resíduos no local.

A coordenadora do Programa de Educação Ambiental da UHE Teles Pires, Marcileny Miranda, reforçou que o lixo é de responsabilidade de todos. “O lixo descartado no meio ambiente de forma incorreta vai atingir toda a população, porque ele causa poluição e contaminações que não ficam num local isolado, se espalham e acabam chegando até as famílias, afeta a qualidade da água, do ar, dos animais e das plantas. Além disso, todo mundo gosta de ir pescar ou tomar banho e encontrar um ambiente limpo”, concluiu.

Além de apoiar o Arrastão, a Companhia Hidrelétrica Teles Pires tem desenvolvido ações junto aos pescadores e demais frequentadores do rio Teles Pires, em Paranaíta, abordando a temática do descarte correto de resíduos com o intuito de cuidar e preservar o meio ambiente.

Para 2018, a Apep pretende ampliar as ações envolvendo mais parcerias, alunos e demais segmentos da sociedade em prol da preservação dos recursos naturais da região.

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